mãe e… a escolha do nome

Dentre as tantas notícias do nascimento do filho de Kate Middleton e do Príncipe William, Duquesa e Duque de Cambridge, uma que pode chamar a atenção de muitos é o fato do bebê já ter mais de 24 horas de vida e ainda não ter um nome pra chamar de seu.

Atualmente os bebês tem recebido seus nomes cada vez mais cedo, muitos até antes de poderem ser vistos em qualquer exame de alta tecnologia. Não tenho certeza se isso é bom ou ruim, se facilita ou dificulta nossas vidas, o que sei é que tem sido assim.

Minhas duas filhas foram nomeadas durante a gestação, e devo confessar que até o nascimento havia (em mim!) a dúvida de se realmente seriam aqueles nomes que elas receberiam. Lembro, achando graça, que em muitos momentos imaginava que elas poderiam “não ter a cara” dos nomes definidos, que precisaríamos escolher outros após seus nascimentos e que a missão escolha do nome recomeçaria.

Não sei como foi com você, mas pra mim essa escolha foi uma das grandes dificuldades das duas gestações. Me angustiava saber que nós (o pai e eu) faríamos uma escolha tão importante por aquelas pessoas, que nós seríamos os responsáveis pela forma como elas se apresentariam oficialmente ao mundo.

Recordo, com carinho, da conversa com uma tia que me disse, na primeira gravidez, pra eu ouvir minha intuição e que através dela a bebê me informaria como gostaria de ser chamada. Sua fala e seu afeto foram tão importantes que até hoje não tenho certeza se foram elas que me informaram ou se fomos nós que escolhemos…